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Atualizado em 12/12/2012 às 08:08

Produtores rurais de Goiás se mobilizam para barrar aumento

Cerca de 300 produtores rurais de mais de 60 municípios goianos, mobilizados pela Faeg, se reuniram nesta terça-feira (11), às 14 horas, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, para acompanhar o anúncio do deputado estadual, líder da bancada do governo, Hélio de Sousa (DEM), sobre a retirada do item G, do projeto de Lei 188, que prevê o aumento das taxas de serviços prestados pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa).


 Cerca de 300 produtores rurais de mais de 60 municípios goianos, mobilizados pela Faeg, se reuniram nesta terça-feira (11), às 14 horas, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, para acompanhar o anúncio do deputado estadual, líder da bancada do governo, Hélio de Sousa (DEM), sobre a retirada do item G, do projeto de Lei 188, que prevê o aumento das taxas de serviços prestados pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa).


Segundo o produtor rural de Rio Verde, Sadi Secco, a mobilização da classe foi muito importante para a decisão do governador. “Queremos mostrar que não adianta aumentar as taxas. O governo de Goiás precisa melhorar o serviço que tem prestado com o dinheiro que ele já arrecada dos impostos que nós pagamos.”


Secco acrescentou que, antes de o governo aumentar qualquer taxa, deve discutir com o setor que está onerado em relação à carga tributária. “O governo não tem a necessidade de cobrar esse aumento para o setor rural. Se 70% do PIB é do agronegócio, isso significa que 70% dos impostos que arrecada são da nossa classe. E o governo já está em dívida com os produtores em termos de prestação de serviços, como as estradas, energia elétrica e agilidade em processos ambientais”, disse.


O presidente do Sindicato Rural de Jataí, Ricardo Perez, também concorda que o aumento das taxas é incoerente. “É injusto mais custo para o produtor, somos nós que pagamos as despesas do estado, por meio dos impostos.” Ele salienta que é preciso trabalhar em prol de melhores serviços prestados à classe.

 

Perez destaca que a classe produtora se considera vitoriosa com a decisão do governador, Marconi Perillo. “Saímos felizes, porque a união dos produtores foi o grande diferencial para que fosse retirado esse item.” O presidente resume que, em tese, o aumento é importante, desde que ele seja conversado e definido com as bases dos municípios.


Rogério de Oliveira, presidente do Sindicato Rural de Itumbiara, defende que a conquista da retirada do item G do projeto 188 é motivo de alegria para a classe. “Os produtores devem se inteirar do assunto e saber o que tange todas as regulamentações que estão no projeto.” De acordo com ele, é preciso um tempo para que o projeto seja discutido e que ele venha acompanhado plano de aplicação dos recursos.


O presidente da Faeg, José Mário Schreiner, diz que o setor produtivo não é, de forma alguma, contrário aos serviços prestados pela Agrodefesa ou qualquer outra entidade de fiscalização ou defesa sanitária, mas é contra qualquer tipo de oneração ao produtor sem que estejam claros os projetos para os quais o recurso arrecadado será destinado.


(Texto: Leydiane Alves – Foto – Gutiérisson Azidon – Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)






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